[Resenha] Pollyanna – Eleanor H. Porter

pollyanna

Titulo:  Pollyanna

Editora: Autentica

Páginas: 104

ISBN: 9788510048422

Embarque na emocionante história da doce Pollyanna, que, após ficar órfã aos 11 anos, vai morar com a sua amarga tia. Essa convivência, aparentemente impossível, vai transformar a vida de ambas e de todos à sua volta. Este livro, um dos mais traduzidos e adaptados romances do século XX, carrega a intensa mensagem positiva de que todas as coisas podem ser melhores, dependendo da forma como as olhamos. Esta edição bilíngue, na qual a história é contada em português e inglês, traz mais um clássico da literatura juvenil mundial que há anos vem surpreendendo os leitores.

Estrelas5

Não faço a mínima ideia de como essa resenha vai sair… esse é o tipo de livro que todo mundo recomenda muito, elogia bastante e você vai cheio de expectativas. Pois é, ele é exatamente esse. No meu caso ele foi além das minhas expectativas, o livro é indescritivelmente bom que eu nem sei como falar dele. Entrou fácil para lista dos melhores do ano e um dos melhores livros que li na vida inteira.

Nele a gente vai acompanhar a história de uma garota de 11 anos chamada Pollyanna, ela perdeu a mãe bem cedo e morava com o seu pai que era pastor de uma igreja. Um tempo depois o seu pai também faleceu, ela acabou morando com as chamadas ‘senhoras da igreja’, que eram adoráveis senhoras que se revezavam para cuidar e educar a menina.

Certo dia ela acaba indo mora com uma tia que morava bem distante dali Tia Polly, como ela á chamava, era a única parentela de menina em vida. Era uma mulher muito ranzinza e cheia de regras, se dizia também cumpridora do dever, logo ela era uma pessoa muito comprometida com seus compromissos.IMG-20170903-WA0015

Pollyanna por sua vez, era uma menina encantadora e que tinha tudo, para desgostar da vida, mas ao invés disso ela ficava contente com tudo o que lhe acontecia, até nas horas difíceis. Ainda em vida, o seu pai certa vez lhe ensinou um jogo chamado o jogo do contente, eles eram muito pobres e viviam de doações e um dia em uma das caixas de doações que chegou Pollyanna esperava receber uma boneca, mesmo sendo usada ela ansiava por isso, mas ao invés de uma boneca só vieram moletas, com isso a garotinha ficou bem triste e chorou bastante.

Seu pai vendo tudo aquilo resolveu criar o jogo do contente, que nada mais era do que pegar situações que aparentemente seriam ruins e ver o que de bom tem nelas e ficar contente por esse motivo. Nesse caso, e lhe disse para ficar contente porque apesar de ter vindo moletas a menina era perfeitamente saudável e não precisava usa-las, pois andava e corria muito bem. Com isso o tempo foi passando e o jogo virou uma tradição entre os dois.

Na sua nova rotina com a tia Polly, a menina se via no papel de propagadora daquela brincadeira que o pai tinha lhe ensinado, que estava mais para uma ideologia do que brincadeira, e aos poucos consegue ajudar várias pessoas incentivando-as a participar da brincadeira também até o momento em que ela consegue mudar a vida de várias dessas pessoas só pela sua simples e agradável companhia, além do seu jogo do contente. E é muito incrível ver a mudança das pessoas ao longo do livro, chega da uma felicidade em ver que pessoas que antes só viviam reclamando da vida por motivos banais, sendo e fazendo os outros infelizes mudando e mudando para melhor. Melhorando de dentro para fora.

Esse livro é muito amorzinho, e tem um fluxo de consciência muito intenso, a gente começa a se auto avaliar e vai percebendo o quanto somos ingratos até nas pequenas coisas, como se reclamar já fosse algo automático na nossa mente e não nos damos conta de que a gente só tem motivos para agradecer e está contente. É o tipo de leitura que quando você acaba você só quer mudar sua vida, divulgar para o mundo e propagar o jogo do contente porque de fato é um jogo em que todos ganham e ficam contente com isso.

É o tipo de livro que não tem idade nem tempo para ser lido e é digno de releitura também. Indico para todas as pessoas, aproveitem o natal e deem esse livro de presente porque sério, é muito bom. Esse livro é daqueles que deveriam ser abordados nas escolas e afins porque ele mostra como você ter uma visão positiva de todas as circunstancias, a forma como o livro é escrito e como a autora descreve a Pollyanna pra gente faz a gente de fato querer ser uma Pollyanna na vida, o mundo seria muito melhor se existissem pessoas como ela, fato.

assinatura

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13 comentários sobre “[Resenha] Pollyanna – Eleanor H. Porter

  1. Lare tá linda sua foto do perfil!!!
    Esse livro realmente já me foi bem recomendado mas confesso que não sabia do que se tratava.
    Adorei sua descrição e concordo que parece um livro pra vida! Quero conhecer com certeza, já quero até treinar a brincadeira rsrs

    osenhordoslivrosblog.wordpress.com

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  2. Oii, tudo bem?? Já ouvi muito falarem sobre esse livro! Sem dúvidas leitura narradas por perspectivas de crianças é algo maravilhoso, poder ver o mundo através da pureza delas torna qualquer leitura ainda mais divertida.
    Tenho certeza que essa brincadeira deixaria o mundo um lugar melhor. Preciso conhecê-la kkk
    Beijos

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  3. Oiii,
    Quanto sentimento PR um livro tão certinho, né? “Tamanho não é identidade”, é um ditado bem feito. Nunca tinha visto o livro, mas amo histórias que nos faz refletir, são histórias que nos mudam. E tadinha da Polly, eu no lugar dela acredito que reclamaria muito, mas amo personagens assim, que enfrentam tudo de cabeça erguida e que sabe tirar lições das situações difíceis. Amei esse jogo do pai dela. 💗 Vai pra lista esse livro.
    Um beijo

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  4. Oiii,
    Quanto sentimento pra um livro tão curtinho, né? “Tamanho não é identidade”, é uma frase bem dita. Nunca tinha visto o livro, mas amo histórias que nos faz refletir, são histórias que nos mudam. E tadinha da Polly, eu no lugar dela acredito que reclamaria muito, mas amo personagens assim, que enfrentam tudo de cabeça erguida e que sabe tirar lições das situações difíceis. Amei esse jogo do pai dela. 💗 Vai pra lista esse livro.
    Um beijo

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  5. Ei!

    Já tinha escutado muito sobre o livro, mas não cheguei a pegar para conhecer melhor a leitura, infelizmente. Fico muito feliz em ler sua resenha, que está maravilhosa, você passou toda a emoção e consegui sentir algo muito forte vindo de você depois dessa leitura.
    Amo histórias que nos passam uma mensagem positiva no final de tudo, eu, no lugar na Pollyana, estaria reclamando de tudo e vendo o pior da vida. É sempre bom encontrar histórias que nos mostram que os lados bons existem sim, a gente só precisa enxergar melhor 🙂

    Beijos!
    http://www.as365coresdouniverso.com.br/

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  6. Amei a foto e a sua resenha. Na vida precisamos de mais jogo do contente. Fiquei curiosa também, para saber se a Pollyanna conseguiu mudar o ponto de vista da tia sobre a vida. Mais um livro para minha enorme lista de desejados!!

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